Páginas

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Mães-profissionais.

Como maior parte das mulheres sou mãe e trabalho fora de casa.
Vivo constantemente a pensar que poderia dar mais no meu trabalho e, apesar do meu horário "especial" sinto que devia estar mais presente (ainda) no meu papel de mãe.
E o combate diário entre os deveres e obrigações de boa profissional e o prazer de ver a minha filha a crescer que ocupa maior parte do meu tempo.
Mas este verão, fiquei surpreendida com as oportunidades que as mulheres "mães-profissionais" tem em alguns países, depois de ler um livro que pedi emprestado a minha mãe, impulsivamente, num dia em que não tinha nada para ler.
"Avos precisam-se", de Gabriela Oliveira, e um relato de algumas relações familiares, do triângulo amoroso netos/pais/avos e, alem de toda a carga emocional, fala ainda das questões praticas de quem tem filhos.
Onde deixa-los? A creche e a melhor solução? Os avos querem ou podem ocupar-se dos netos?
Segunda a autora, Portugal e o pais da União Europeia onde as mulheres de filhos pequenos mais trabalham a tempo inteiro.
Há países, como a Alemanha, Suécia ou Noruega, onde os pais podem ficar com os filhos ate aos 3 anos de idade, recebendo ajudas do estado, e onde os avos recebem apoios e regalias nas reformas se cuidarem dos netos. Inclusive, em alguns casos, os pais recebem incentivos quanto MENOS horas deixarem os filhos nas creches.
Será que alguma vez teremos estas iniciativas de apoio a família em Portugal?

1 comentário:

  1. Ui... se algumas vez isso existir, terão de se mudar mentalidades! E isso demora gerações... Mas nada como lutar para isso! Porque só as nações "civilizadas" perceberam que o equilíbrio dum povo assenta na educação e na saúde! E a educação vem primeiro de casa e vem com muuuiiiito AMOR!
    Mas apesar de todas as contrariedades por cá, ainda se dá muito amor...

    ResponderEliminar